Cabine Histórica – Fatos históricos do dia 28 de Janeiro – Torre Eiffel!

Cabine Histórica – Fatos históricos do dia 28 de Janeiro – Torre Eiffel!

Cabine histórica é o registro dos principais fatos históricos da humanidade que devem ser lembrados por toda a linha temporal e que cada ano serão atualizados, hoje viajamos para:

O dia 28 de Janeiro de 1887 quando a estrutura da Torre Eiffel começou a ser construída , para que servisse como arco de entrada a Exposição Universal, uma feira mundial organizada para comemorar o centenário da Revolução Francesa. A torre foi inaugurada no dia 31 de março de 1889 e aberta ao público no dia 6 de maio daquele ano. A estrutura da Torre Eiffel foi projetada pelo engenheiro francês Gustave Eiffel. Quando foi construída era o monumento mais alto do mundo, com 300 metros de altura (somando-se a antena de rádio que se encontra em sua cúspide, sua altura é de 324 metros). Quando a construíram, a torre pesava em torno de 7.300 toneladas, embora atualmente seu peso esteja calculado em mais de 10.000, devido ao museu, restaurantes, lojas e estabelecimentos comerciais que ela abriga.

Símbolo de Paris e da França, a Torre Eiffel faz um sucesso que ninguém esperava quando foi construída em 1889. Ela recebe todos os anos cerca de 7 milhões de visitantes e tornou-se ao longo das décadas um monumento imperdível.

Verdadeiro ícone de Paris e da França, a Torre Eiffel, grande “dama de ferro”, domina a cidade-luz com seus 324 metros de altura. Símbolo vertiginoso da Revolução Industrial no coração de Paris, resquício da exposição universal de 1889, a Torre Eiffel não envelhece nunca. Revestida de uma iluminação dourada a partir do cair da noite (desde o ano de 1985), ela resplandece durante os primeiros cinco minutos de cada hora desde o réveillon do ano 2000. Mais um exemplo de algo temporário que tornou-se permanente. Afinal, com sua silhueta frágil, graciosa e vertiginosa, a Torre Eiffel foi construída em 1889 por Gustave Eiffel justamente com o objetivo de ser uma instalação temporária.

Seu destino revelou-se completamente diferente: ela nunca foi desmontada, graças ao imenso sucesso que suscitou entre os visitantes durante as exposições universais de 1889 e 1900, e graças às experiências científicas levadas a cabo em suas instalações. Depois de uma carreira dedicada exclusivamente ao rádio (as primeiras transmissões de rádio ocorreram em 1898 e o primeiro programa da rádio pública foi transmitido em 1925) e em seguida às telecomunicações (até a transmissão de canais de televisão digitais), ela começa a receber uma massa considerável de turistas a partir dos anos 1950, tornando-se o segundo ponto turístico mais visitado da França, sendo o primeiro os jardins do Palácio de Versalhes. Desde então, seu índice de frequentação só faz aumentar. Atualmente, dos 7 milhões de visitantes que recebe por ano, 75 % são de origem estrangeira e consideram a Torre Eiffel um ponto turístico cuja visita é indispensável durante sua estadia. De fato, “a Dama de ferro” sempre ganha papel de destaque em qualquer reportagem feita sobre Paris. Ela serve constantemente de palco inspirador para diversos filmes, principalmente desde a filmagem de La Fin du Monde (O fim do mundo) do diretor Abel Gance, em 1930. Impressionante, tem tudo para ser o símbolo de Paris, da França e do imaginário parisiense.

A construção de Gustave Eiffel é imponente. Com seus 303 metros de altura (sem contar as antenas ali instaladas), ela pesa mais de 10.000 toneladas e é constituída de 18.000 peças de metal unidas por 2.500.000 rebites. Sua pintura já foi renovada cerca de 20 vezes e ela chegou a perder 1.340 toneladas supérfluas durante uma grande reforma em 1985. Para chegar aos dois primeiros andares, é preciso utilizar os elevadores ou subir as escadas – são 704 degraus até o segundo andar. A subida permite ao visitante admirar de maneira privilegiada o coração da estrutura metálica da Torre, bem como ter acesso a diversos ângulos de visão da capital.

Do segundo andar pode-se avistar os mais importantes monumentos da capital, como a  Catedral Notre-Dame, o Louvre e sua Pirâmide, o Arco do Triunfo e até, ao longe, o Palácio de Versalhes. Cada andar coloca à disposição do visitante um imenso leque de escolhas panorâmicas, culturais ou gastronômicas: o trajeto “A epopéia da Torre Eiffel” e a sala de projeções Cineiffel no primeiro andar com suas imagens insólitas da Torre, o restaurante gastronômico Le Jules Verne no segundo andar, o escritório de Gustave Eiffel reconstituído e, no último andar, o bar vertiginoso onde serve-se apenas champanhe… Com o pôr-do-sol, a partir da Torre, cujo acesso é permitido até às 23 horas, a cidade-luz se desnuda, oferecendo ao visitante um verdadeiro espetáculo repleto de luzes vivas e coloridas que destacam-se sobre um fundo de noite estrelada.

Com o Champ-de-Mars (Campo de Marte), magnífico parque parisiense a seus pés e, do outro lado do Rio Sena, a Esplanada de Trocadéro a partir da qual tem-se uma vista da Torre de tirar o fôlego, a Dama Eiffel é, há muito tempo, palco de iluminações espetaculares e de eventos marcantes: os fogos de artifício do dia 14 de julho, o espetáculo pirotécnico da passagem para o ano 2000, a iluminação azul durante a presidência francesa da União Européia ou multicolorida para comemorar seus 120 anos, diversas instalações (uma pista de patinação, um jardim…). Desde a sua inauguração, ela constitui uma fonte de inspiração para muitos artistas, pintores (Bonnard, Vuillard, Dufy, Chagall…), cantores e escritores. O pintor cubista Robert Delaunay (1885-1941) dedicou a ela grande parte de sua obra. Durante o período da Belle Epoque, a cantora de cabaré Mistinguett não podia acreditar que ela ainda se encontrava em pé. Nos anos 1970, o cantor Jacques Dutronc se mostrou preocupado em uma de suas canções, temendo que ela tivesse frio nos pés. Mais que um monumento, ela tornou-se “a alma” da cidade-luz, no firmamento do rio Sena e do céu de Paris. “Construção inútil e insubstituível, mundo familiar e símbolo heróico, testemunha dos acontecimentos de todo um século e monumento sempre novo, objeto inimitável e sempre reproduzido…”, dizia Roland Barthes (A Torre Eiffel, editora Delpirre, 1964).

Veja mais fatos históricos nesse dia:

 

1547 – Morre Enrique VIII, Rei da Inglaterra.

1811 – Primeiro movimento de independência no Uruguai, encabeçado por José Artigas.

1856 – É criado o Banco da Espanha.

1887 – Colocação da primeira pedra da Torre Eiffel, símbolo de Paris.

1892 – Nasce Ernst Lubitsch, cineasta norte-americano nascido na Alemanha.

1908 – É instaurado um movimento revolucionário em Portugal, abafado três dias depois.

1932 – As forças japonesas começam a ocupação de Shanghai.

1935 – A Islândia se torna o primeiro país a legalizar o aborto por motivos médicos e sociais.

1942 – O governo brasileiro, presidido por Getúlio Vargas, rompe relações com a Alemanha e com a Itália.

1943 – Segunda Guerra Mundial: a Alemanha recruta todos os homens de 16 a 65 anos.

1949 – Os membros da União Européia concordam em criar o Conselho da Europa.

1951 – Técnicos norte-americanos realizam uma explosão atômica experimental no deserto de Nevada.

1956 – Elvis Presley, o rei do rock and roll, aparece na televisão pela primeira vez no show Os Irmãos Dorsey. Elvis cantou a músicas Blue Suede Shoes e Heartbreak Hotel.

1979 – Ingressa na Real Academia Espanhola a escritora Carmen Conde, primeira mulher que faz parte desta Instituição.

1981 – A carioca Ana Maria Botafogo torna-se, aos 23 anos, a primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

1983 – A França instala novos mísseis intercontinentais na Alta Província.

1984 – Reincorporação do Egito à Liga Árabe, solicitada pelo rei Hussein da Jordânia.

1985 – Para arrecadar dinheiro na tentativa de amenizar a fome na África, 45 grandes nomes da música internacional uniram-se para gravar We are the world.

1986 – A espaçonave Challenger explodiu 73 segundos após ter sido lançada. O acidente matou seis astronautas e a professora Christa McAuliffe, primeira civil a participar de um programa espacial.

1994 – Mechislav Grib é eleito presidente da Bielorrúsia.

1996 – Morre Joseph A. Brodsky, escritor russo de nacionalidade norte-americana, Prêmio Nobel de 1987.

Fonte:

History Channel

Redação Terra

Gostou do Post? Curta e compartilhe a page no facebook do cabine > http://migre.me/bzzbE

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *